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Banco diz que barba "piora a aparência" |
A ação corre na Justiça desde 2008 e foi apresentada pelo procurador Manoel Jorge e Silva Neto, do Ministério Público do Trabalho da Bahia. Manoel baseou-se em denúncia de um dirigente do Sindicato dos Bancários do Estado, funcionário do banco. Por ter a pele sensível à lâmina, o barbear diário causava erupções em seu rosto. O Bradesco, por sua vez, afirma que pesquisas internas mostram que a barba "piora a aparência" e que seu uso pode atrapalhar o sucesso profissional. Na sentença, Ludwig alegou que a pesquisa foi feita apenas com executivos e citou Jesus Cristo, Charles Darwin e o presidente Luiz Inácio Lula da Silva, entre outros, para rebater o argumento. O banco ainda pode recorrer da decisão.
FONTE: G1 - www.globo.com
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